VAI EMBALAR O UNIVERSO! OBRIGADA
Informações do dia-a-dia sem fronteiras.
19 março 2017
18 março 2017
SÁBADO
Renato e Seus Blue Caps apresentam show comemorativo
dos 55 anos de carreira numa “festa de
arromba!” No Teatro Marista de Maringá, às 21 horas. Quem levar 1 kg de
alimento para ser entregue à uma entidade beneficente, terá direito à
meia-entrada em todos os setores.
DOMINGO
"Depois do Amor" é o espetáculo que Daniele Winits e André
Gonçalves encenam no Teatro Calil Haddad de Maringá, amanhã, 19, Em homenagem à
musa do cinema, Marilyn Monroe. Último trabalho dirigido por Marília Pêra.
浄土宗マリンガ日伯寺
Jantar beneficente no Templo Budista Jodoshu Nippakuji de
Maringá hoje, sábado, às 19h30, tem no cardápio akisoba, yakimeshi, frango frito estilo "Kara-ague", saladas. De sobremesa sorvete.
Bebidas à parte com rolha livre para vinho.
Tem marmitex -pegar no local
Organizado com apoio das Senhoras do
Fujinkai e Jovens do Taiko e Kendô. Informações/convites (44) 3223-1195 / (44)
99880-1411.
17 março 2017
Coluna da Sexta...17/03
“SÓ
SE VIVE UMA VEZ " – gatinho pessimista 🐱
Business
Sexta-feira
de jantar da Associação de Homens de Negócio/ADONEP Maringá no Monte Culliman
Gril Restaurante, com palestra do empresário e presidente da ADONEP- Cianorte,
Francisco Simionato.
Batendo
pernas
=
Ana Suzy Jati participam em Natal/RN de congresso de Sistemas Sertty
=
Celso Coppio deu um tempo em Curitiba e aterrissa na Itália. Reencontro da
familiares e amigos.
=
Fabiana Alves curtindo as marolas de Maceió
=
Gislaine Alves e Silvana Bernardo nas ondas do mar.
=
Michel Nagib Neme num vapt vupt até Salto del Guairá.
Laralilalá
Maria
Gadú canta no Teatro Marista, às 21 horas. No palco o show “Guelã ao vivo”.
**
O
Coral Canto Jovem do IAP/ Instituto Adventista Paranaense se apresenta no Aeroporto de Maringá. Às 22 horas.
**
Victor
& Diogo estarão no Butiquim, a partir das 23 horas.
Verbo
Elisa
Ornellas ministra curso de Oratória- O Poder da Comunicação, amanhã e no dia
25, no Centro de Treinamento ACIM. Em pauta técnicas de oratória e como fazer a
utilização dessa ferramenta a seu favor e forma mais adequada de abordar o
cliente.
O
juiz federal Sérgio Moro
, estará em Maringá -- sua terra natal --, hoje,sexta-feira, para falar sobre o ′Fortalecendo a regra da lei no Brasil′.
A
renda será revertida para instalação de um sistema de captação de energia
solar, que reduz 80% a conta de energia, da APAE - Associação de Pais e Amigos
dos Excepcionais de Maringá.
O
encontro será no Excellence Centro
de Eventos, às 20 horas.
**
Filiados
à ACIM, não associados -- mas doando um quilo de alimento não perecível --,
pessoas com mais de 60 anos, estudantes, deficientes, doadores de sangue e
professores pagarão R$ 125,00. Será cobrada uma taxa administrativa no valor de
R$ 3,00 de todas as categorias.
**
Convites ...(44) 3025-9674 e 3025-96.
17 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DO SONO
Tema... “Durma profundamente, nutra a vida”.
Tema... “Durma profundamente, nutra a vida”.
"Insônia
Não durmo, nem espero dormir.
Nem na morte espero dormir.
Espera-me uma insônia da largura dos astros,
E um bocejo inútil do comprimento do mundo.
Não durmo; não posso ler quando acordo de noite
Não posso pensar quando acordo de noite —
Meu Deus, nem posso sonhar quando acordo de noite!
Ah, o ópio de ser outra pessoa qualquer!
Não durmo, jazo, cadáver acordado, sentindo,
E o meu sentimento é um pensamento vazio.
Passam por mim, transtornadas, coisas que me sucederam
— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;
Passam por mim, transtornadas, coisas que me não sucederam
— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;
Passam por mim, transtornadas, coisas que não são nada,
E até dessas me arrependo, me culpo, e não durmo.
Não tenho força para ter energia para acender um cigarro.
Fito a parede fronteira do quarto como se fosse o universo.
Lá fora há o silêncio dessa coisa toda.
Um grande silêncio apavorante noutra ocasião qualquer,
Noutra ocasião qualquer em que eu pudesse sentir.
Estou escrevendo versos realmente simpáticos —
Versos a dizer que não tenho nada que dizer,
Versos a teimar em dizer isso,
Versos, versos, versos, versos, versos…
Tantos versos…
E a verdade toda, e a vida toda fora deles e de mim!
Tenho sono, não durmo, sinto e não sei em que sentir.
Sou uma sensação sem pessoa correspondente,
Uma abstracção de autoconsciência sem de quê,
Salvo o necessário para sentir consciência,
Salvo — sei lá salvo o quê…
Não durmo. Não durmo. Não durmo.
Que grande sono em toda a cabeça e em cima dos olhos e na alma!
Que grande sono em tudo excepto no poder dormir!
Ó madrugada, tardas tanto… Vem…
Vem, inutilmente,
Trazer-me outro dia igual a este, a ser seguido por outra noite igual a esta…
Vem trazer-me a alegria dessa esperança triste,
Porque sempre és alegre, e sempre trazes esperança,
Segundo a velha literatura das sensações.
Vem, traz a esperança, vem, traz a esperança.
O meu cansaço entra pelo colchão dentro.
Doem-me as costas de não estar deitado de lado.
Se estivesse deitado de lado doíam-me as costas de estar deitado de lado.
Vem, madrugada, chega!
Que horas são? Não sei.
Não tenho energia para estender uma mão para o relógio,
Não tenho energia para nada, para mais nada…
Só para estes versos, escritos no dia seguinte.
Sim, escritos no dia seguinte.
Todos os versos são sempre escritos no dia seguinte.
Noite absoluta, sossego absoluto, lá fora.
Paz em toda a Natureza.
A Humanidade repousa e esquece as suas amarguras.
Exactamente.
A Humanidade esquece as suas alegrias e amarguras.
Costuma dizer-se isto.
A Humanidade esquece, sim, a Humanidade esquece,
Mas mesmo acordada a Humanidade esquece.
Exactamente. Mas não durmo."
Não durmo, nem espero dormir.
Nem na morte espero dormir.
Espera-me uma insônia da largura dos astros,
E um bocejo inútil do comprimento do mundo.
Não durmo; não posso ler quando acordo de noite
Não posso pensar quando acordo de noite —
Meu Deus, nem posso sonhar quando acordo de noite!
Ah, o ópio de ser outra pessoa qualquer!
Não durmo, jazo, cadáver acordado, sentindo,
E o meu sentimento é um pensamento vazio.
Passam por mim, transtornadas, coisas que me sucederam
— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;
Passam por mim, transtornadas, coisas que me não sucederam
— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;
Passam por mim, transtornadas, coisas que não são nada,
E até dessas me arrependo, me culpo, e não durmo.
Não tenho força para ter energia para acender um cigarro.
Fito a parede fronteira do quarto como se fosse o universo.
Lá fora há o silêncio dessa coisa toda.
Um grande silêncio apavorante noutra ocasião qualquer,
Noutra ocasião qualquer em que eu pudesse sentir.
Estou escrevendo versos realmente simpáticos —
Versos a dizer que não tenho nada que dizer,
Versos a teimar em dizer isso,
Versos, versos, versos, versos, versos…
Tantos versos…
E a verdade toda, e a vida toda fora deles e de mim!
Tenho sono, não durmo, sinto e não sei em que sentir.
Sou uma sensação sem pessoa correspondente,
Uma abstracção de autoconsciência sem de quê,
Salvo o necessário para sentir consciência,
Salvo — sei lá salvo o quê…
Não durmo. Não durmo. Não durmo.
Que grande sono em toda a cabeça e em cima dos olhos e na alma!
Que grande sono em tudo excepto no poder dormir!
Ó madrugada, tardas tanto… Vem…
Vem, inutilmente,
Trazer-me outro dia igual a este, a ser seguido por outra noite igual a esta…
Vem trazer-me a alegria dessa esperança triste,
Porque sempre és alegre, e sempre trazes esperança,
Segundo a velha literatura das sensações.
Vem, traz a esperança, vem, traz a esperança.
O meu cansaço entra pelo colchão dentro.
Doem-me as costas de não estar deitado de lado.
Se estivesse deitado de lado doíam-me as costas de estar deitado de lado.
Vem, madrugada, chega!
Que horas são? Não sei.
Não tenho energia para estender uma mão para o relógio,
Não tenho energia para nada, para mais nada…
Só para estes versos, escritos no dia seguinte.
Sim, escritos no dia seguinte.
Todos os versos são sempre escritos no dia seguinte.
Noite absoluta, sossego absoluto, lá fora.
Paz em toda a Natureza.
A Humanidade repousa e esquece as suas amarguras.
Exactamente.
A Humanidade esquece as suas alegrias e amarguras.
Costuma dizer-se isto.
A Humanidade esquece, sim, a Humanidade esquece,
Mas mesmo acordada a Humanidade esquece.
Exactamente. Mas não durmo."
Assinar:
Postagens (Atom)









