Por padre Orivaldo Robles
“Antes te chamem covarde do que atrevido”. Assim o pai nos ensinava a não
enfiarmos o nariz naquilo que não nos dizia respeito. Não me acusem de meter
a colher em angu alheio. Sou, parafraseando o Skank, pacato cidadão. Como
cidadão, importo-me com tudo o que diz respeito a Maringá. Tenho motivo
extra: o diploma de cidadão benemérito, que os vereadores do exercício de
1999 me concederam por unanimidade. Não o pedi nem dele sentia falta. Mas me
desvaneceu bastante recebê-lo. Não fiz grandes benemerências, porém me
preocupo com Maringá.
“Antes te chamem covarde do que atrevido”. Assim o pai nos ensinava a não
enfiarmos o nariz naquilo que não nos dizia respeito. Não me acusem de meter
a colher em angu alheio. Sou, parafraseando o Skank, pacato cidadão. Como
cidadão, importo-me com tudo o que diz respeito a Maringá. Tenho motivo
extra: o diploma de cidadão benemérito, que os vereadores do exercício de
1999 me concederam por unanimidade. Não o pedi nem dele sentia falta. Mas me
desvaneceu bastante recebê-lo. Não fiz grandes benemerências, porém me
preocupo com Maringá.
Nosso município pode ter entre nove e vinte e três vereadores. Sob pretexto
de representatividade, há uma batalha para colocar mais oito cadeiras na
Casa. Claro que 23 representam mais do que 9.
E que vereador representa os
munícipes para criar leis e fiscalizar o Executivo.
de representatividade, há uma batalha para colocar mais oito cadeiras na
Casa. Claro que 23 representam mais do que 9.
E que vereador representa os
munícipes para criar leis e fiscalizar o Executivo.



